Campo Maior na Internet

Um Blogue de Campo Maior, para dar a conhecer todos os sítios e blogues da nossa terra

sábado, 26 de Dezembro de 2009

O que dizem "de cá"



Diz o proverbio que “santos de casa não fazem milagres”, mas nós por cá não nos podemos queixar porque esse proverbio não se aplica aqui em Campo Maior.

Hoje recebi um email de um blogue que trás uma postagem do Comendador, com o titulo de “Um homem que é referencia Nacional”.

Eu para dizer a verdade já tenho recebido emails de outros blogues que publicam sobre o nosso Comendador, mas nunca tinha feito nenhum poste sobre o que os outros escrevem sobre ele, mas hoje, é das tais coisas que me dá na "tola", resolvi fazer este poste sobre este tema, não val a pena dizer muito porque eu e todos os Campomaiorenses sabem quem é o Sr. Comendador Rui Nabeiro, todos sabemos o que tem feito por Campo Maior e Campomaiorenses, sei que se não fosse ele muitos dos que trabalham na Delta teriam que optar por emigrar ou ir para outras paragens onde conseguisem arranjar emprego, alias, como sucede nesta grande região de Portugal que é o Alentejo, e aqui sim, temos que dizer que "santos da casa não fazem milagres", ninguém publica, escreve, ou faz qualquer reportagem sobre as obras que Rui Nabeiro tem feito em prol das gentes de Campo Maior, dos Campomaiorenses e do Alentejo.

Só não entendo o porquê de alguns Campomaiorenses acharem que o homem não trabalha em prol de Campo Maior e dos Campomaiorenses, e aqui, eu tenho que dizer a nivel local o que refer este Sr. do “Formigarras” a nivel Nacional, “ Numa terra com tanto “dótor”, pobreza de espirito e fartura de gente poucochinha, este homem é um exemplo para todos nós.


Espero que tenham reciclado muito papel das prendas de Natal.


Continuação de Boas Festas.


quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

Feliz Natal






Enfim chegou o dia da “criançada” andar num delírio esperando pela chegada da noite para que o Pai Natal faça a sua aparição com o saco vermelho às costas entregando as prendas aos mais pequenos, porque os “maiorzitos” já não vão em cantigas de Pai Natal nem do que na realidade se comemora nestes dias 24 e 25 de Dezembro.

A verdade é que as crianças esperam esta data mais pelas prendas que vão receber, umas que são pedidas aos pais, outras que são de “obrigação familiar”, outros há que esperam para receber mais algum dinheiro de prenda para poderem comprar aquilo que mais desejam, telemóveis, jogos para a playstation, MP3, Mp4, máquinas fotográficas digitais, enfim, cada um já sabe o que vai comprar se a “mesada” chegar para tal.

O Natal é um “símbolo” da Igreja Católica, hoje já ninguém vai à Igreja e as crianças quando terminam a primeira comunhão, os pais já não as “influenciam” para continuarem na catequese, a igreja também não sabe cativar as crianças nem os pais para a ida à missa aos domingos, não promove actividades culturais ligadas ao catolicismo, quer isto dizer que, ou as pessoas que estão à frente dos destinos da Igreja estão paradas no tempo, como toda a Igreja Católica, ou estão à espera de melhores dias, o que eu acho inadmissível numa cultura que está mais em vias de extinção enquanto outras religiões se propagam a nível mundial que nada têm a ver com a nossa cultura ocidental.

Espero que a Igreja, não só em Campo Maior, mas a nível mundial, se actualize e acompanhe os tempos que correm, que incentivem quem ainda tem uma réstia de católico para uma maior convivência na vida da Igreja, em vez de continuar nas campanhas negativas contra tudo e todos (aborto, uso do preservativo, sexo antes do casamento, casamento ou união gay, o não baptismo de crianças filhos de pais solteiros, ou de pais que não são casados pela igreja, e mais…) porque isso, só distância as pessoas da Igreja, acabando por não haver incentivo da parte dos pais demonstrando e educando os seus filhos que no Natal é comemorado o nascimento de Jesus, e não do Pai Natal, nem Leopoldinas nem Popotas.

Feliz Natal para todos, são os votos do Campo Maior na Internet.


terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

As Boas Festas de João Burrica




Já se falou por aqui nalguns blogues a desilusão que foi para alguns Campomaiorenses o encerramento da sede de campanha do movimento A Nossa Terra Campo Maior antes de se saber os resultados finais do acto eleitoral, também alguns, incluindo eu, afirmaram que o Vereador João Burrica não ia aceitar o cargo para que foi eleito, este blogue também já publicou que o Sr. João Burrica nunca poderia aceitar o cargo de vereador para que pudesse dedicar-se de corpo e alma ao movimento, porque segundo se constou por ai, o Sr. João Burrica e apoiantes mais directos planearam arranjar uma sede para que o movimento se mantivesse activo e também para terem um local para reuniões de trabalho com os seus Vereadores, membros da Assembleia e Presidentes de Junta eleitos.

Ora bem, se pensavam que o movimento estava “morto”, enganaram-se, depois de uma longa ausência sem qualquer comunicado, ou nos meios de comunicação social, ou mesmo no seu site, a agradecer aos seus apoiantes pela confiança manifestada, votando no movimento, o seu fundador "apareceu" finalmente para desejar as Boas Festas e fazer o agradecimento aqueles que votaram no movimento A Nossa Terra Campo Maior.



segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Almoço de Natal do Município



Os trabalhadores do Município tiveram festa de Natal no sábado dia 19 de Dezembro. 

O Presidente Ricardo, a Vereadora Isabel Raminhas e o Vereador Sérgio Bicho têm todos os motivos para estar satisfeitos, pois a festa esteve bonita, as crianças receberam as prendas, o espírito de Natal esteve presente neste convívio dos trabalhadores do Município. 

Foi talvez a maior festa de Natal que se realizou em Campo Maior, há quem diga que juntou mais de 900 pessoas entre adultos e crianças. 

O ponto alto da animação musical na festa foi a interpretação de canções populares, na voz do nosso presidente Ricardo Pinheiro, do vereador Sérgio Bicho, do chefe de gabinete João Muacho, do adjunto Alexandre Florentino e ainda do motorista Carlos Marcial, com acompanhamento musical dos Amigos das Harmónicas de Campo Maior e as inevitáveis palmas daqueles que assistiram á festa. 

A festa continuou animada e quem lá esteve também gostou da refeição que foi servida pelo Sr. Martinho, que serve refeições para estes eventos de grandes dimensões. 

E vocês que estiveram lá o que dizem?


sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Desfile de Natal 2010








Passado pouco tempo desde a entrada em funções do novo executivo camarário, são notadas por alguns munícipes as diferenças de atitude dos novos autarcas em relação aos anteriores.

Um desses exemplos é no próximo desfile de Natal organizado pelo nosso Município em conjunto com o Agrupamento de Escolas de Campo Maior, em que os alunos desfilam pelas principais artérias da vila. Desfile que eles tanto adoram e em que participam professores e auxiliares. Este ano o Município fez parceria com o Agrupamento de Escolas de Campo Maior mas alargou esta parceria para mais entidades como é o caso do ATL Arco Íris da Casa do Povo, Centro Educativo Alice Nabeiro, Jardim de Infância O Despertar da Santa Casa da Misericórdia, Axpress - Arte - Associação Cultural, Blá-Blá-Blá - Teatro Jovem de Campo Maior e ao GEDA, Grupo de Ecologia e Desportos de Aventura, formando assim um conjunto de instituições que trabalham na formação e educação das nossas crianças.

"Estrelinhas Solidárias" foi o nome proposto ao projecto desenhado para que as crianças vivam o Natal 2009 de uma forma alegre e divertida, mas também de uma forma solidária. Foi entregue um saquinho a todas as crianças para que os pais, na medida do possível, demonstrassem um pouco de solidariedade para com as famílias mais carenciadas, oferecendo algum alimento que seria entregue com o "saquinho", no Centro Comunitário, para ser entregue no dia 18 de Dezembro, a duas Instituições Particulares de Solidariedade Social locais, que os farão chegar às famílias mais necessitadas de Campo Maior.

Embora concorde com o desfile, mas também sabendo que existem crianças que professam outras religiões, gostaria de saber o que move o agrupamento de escolas a marcar falta injustificada às crianças que não vão participar no desfile.

Seria muito prudente por parte dos responsáveis das escolas repensar esta atitude se é que existe.

Vamos esperar para ver e esperar que o São Pedro guarde a chuva na hora do desfile.



quinta-feira, 17 de Dezembro de 2009

A afirmação do Marketing sem guerras



É frequente e, infelizmente, tem tendência para continuar a sê-lo. Na guerra surda e absurda em que cada um tenta justificar o saber que possui e o seu carácter imprescindível na empresa onde exerce funções, muitas das vezes, por causa destas questões mesquinhas, perdem-se recursos e tempo fundamentais.

A empresa é um todo. E essa noção de que tudo trabalha para o mesmo objectivo, isto é, garantir que se ganhará lealdade e satisfação nas trocas que existirão, é fundamental para enquadrarmos um dos próprios campos de saber, isto é, o Marketing.

Ainda que venha a atravessar a sua adolescência, visto ser muito recente quando comparado com outros campos de saber, o Marketing tem sabido interpretar o sinal dos tempos, marcando uma nova era e sendo um precioso aliado em quaisquer análises que se façam.

Por isso, ganhando o seu próprio espaço, sem que isso necessariamente signifique uma conflitualidade (apenas alimentada na cabeça de quem não sabe ou não quer compreender a sua importância), o Marketing deve ser entendido como uma ferramenta importante para decifrar os novos mercados, os novos paradigmas e os novos comportamentos.

Entre outros autores, Philip Kotller, professor da Kellogg School of Management, Northwestern University (Estados Unidos) e personalidade reconhecida pelo Management Centre Europe, como "the world's foremost expert on the strategic practice of marketing", descreveu este campo de saber como, "o processo do planeamento e execução da estratégia de conceptualização, promoção, estabelecimento de preço e distribuição de ideias, bens ou serviços que, através de um processo de troca, satisfaça objectivos individuais e/ou organizacionais das partes envolventes".

Philip Kotler, acrescentaria ainda, no seu livro Marketing de A a Z (Editora Campus, 2003), uma necessidade de "identificar necessidades e desejos insatisfeitos, convocando todos na organização para pensar no cliente e atender o cliente".

Novamente recusando qualquer laivo de partidarismo fácil, até porque a minha formação inicial é de Gestão de Recursos Humanos, acredito que estas definições são bastante perceptíveis e de indiscutível importância.

Não abordarei aqui, porque não é esse o meu objecto, se o Marketing é uma ciência ou simplesmente o uso da tecnologia que temos ao nosso alcance. Prefiro outro ponto de partida.

Com muito pouco de acidental, há umas semanas atrás, o Comendador Rui Nabeiro, líder da empresa Delta, numa reportagem feita sobre a sua empresa, repetia até à exaustão que era "preciso inovar todos os dias para cimentar a nossa posição". O que levará um homem sabido e com uma cultura de negócio apuradíssima a colocar uma enorme ênfase nesta questão?

Vejamos ainda outro exemplo. O que levará a Viarco, empresa centenária de lápis portuguesa, através de um dos seus responsáveis, a colocar também muita ênfase na profunda "necessidade de inovar para continuar a sobreviver no mercado"?

Na minha opinião, é simples. O Marketing, entre outras coisas, colocou-nos perante um paradigma de negócio cuja base não pode ser menosprezada. Ao trocarmos o foco no produto pela centralização no cliente, no apuramento e satisfação das suas necessidades para que nós (empresa) possamos estar também satisfeitos, foi dado um tiro no pensamento antigo que nos reportava para uma ausência de vida no processo de troca.

Inovar, neste quadro, é, não só uma necessidade, como uma exigência. Quem inova ganha, quem se deixa acomodar, perde. Ou, se preferirmos a sabedoria ancestral de um provérbio chinês, "se não mudarmos de direcção, é provável que fiquemos na direcção em que estamos".

Ora, pelo que podemos constatar, muitos dos que hoje criticam abertamente "a demagogia do marketing e dos marketeers" faltaram às aulas onde se efectuou a aprendizagem desta cultura de inovação. Não viria mal ao mundo, se não tivéssemos que andar em permanente guerra sobre qual ciência é fundamental à empresa ou sobre qual deve ser dominante.

Não perfilho a ideia de que o Marketing é o centro exclusivo do universo empresarial. Não gosto de radicalismo. Mas sei, por experiência própria, que este campo de saber tem alicerces para se manter vivo, o que revelará a sua utilidade face à quantidade de desafios que as empresas deste século têm, na senda da tal inovação constante que se lhes impõe.

Assim sendo, mesmo por entre algumas considerações fantasiosas que os marketeers continuarão a ouvir em surdina, estes deverão continuar a explorar novas abordagens e a reunir cada vez mais dados para uma melhor análise do padrão dos consumidores e do seu consumo (iremos ouvir falar muito de neuromarketing), na procura de atingir um máximo de satisfação, logo uma maior fidelidade dos seus clientes.

Só assim chegaremos à essência de outro dos muitos conceitos proferidos por Philip Kotler que nos resume que "as boas empresas vão ao encontro das necessidades; as empresas excelentes criarão mercados".

Sejamos astutos. Isto só se consegue com a empresa a funcionar como um todo, na plenitude de todos os seus saberes devidamente entrosados e através de uma constante inovação, prática indispensável para sobreviver em qualquer mercado.

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